“Que seria de nós se uma lucidez de apocalipse nos tornasse cônscios de que nada, mesmo nada vale afinal a pena. Sabemo-lo, em qualquer caso, mas temos a força e a liberdade de o negarmos, felizmente.”

(Sacramento, M., Diário, p.21)

“Sentimentalóide, foi sempre o medo de me esfarrapar em ternura que me criou o complexo de frieza intelectualizada.”

(Sacramento, M., Diário, p.20)