“(…) a História não é um espetáculo a que assistimos, mas um real (condicionado embora) que criamos. Onde o homem se resigna à alienação histórica, quem poderá falar em nome dele?

(Sacramento, M., Frátria, p.106)

“Diz-se que o homem são é o homem adaptado. Mas quem pode adaptar-se ao fascismo senão renegando a sua condição de homem? “

( Sacramento, M., Diário, p.22)